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Empreendedor 24/03/2003

Artista trabalha no ramo de serigrafia em roupas e cartões

Duas décadas dedicadas ao trato da arte

A sociedade em sua totalidade geralmente considera felizes as pessoas que conseguem conciliar as coisas preferidas, ou seja, que causam mais satisfação pessoal ao fazer, com o trabalho, com as tarefas que as remuneram financeiramente e profissionalmente. É nesse exemplo de pessoas felizes que conseguem tornar não só o que gostam de fazer, mas o que têm como dom, em empreendedorismo, que se encaixa do perfil do cidadão rio-grandino Jorge Luiz Moura da Rosa, de 53 anos, que tem do dom de desenhar, pintar e criar designs na empresa familiar “Jorge serigrafias”. Há 22 anos Jorge trabalha no ramo de serigrafias em camisas, plotters, adesivos, cartões, entre outros.
Ele conta que a pintura é seu forte desde adolescente, conquistando o primeiro espaço no ramo no ano de 1973, quando começou a trabalhar para o Jornal Agora, produzindo a parte gráfica da empresa durante nove anos. “No jornal eu fazia tiras humorísticas para O Peixeiro, diagramava e produzia até as charges, onde cheguei a ganhar um prêmio”, relembra Jorge. O princípio para a realização de seu próprio negócio era esse, seguindo pelo caminho da arte, onde tinha “a faca e o queijo nas mãos”. Segundo o artista, “o setor de serigrafia era pouco explorado naquela época em nossa cidade e eu tinha a capacidade de desenvolver com facilidade na mão-de-obra os pedidos da clientela, mesmo sendo algo muito difícil. Hoje o computador facilita muito as coisas”, comenta, sobre o começo da caminhada de empreendedor. E acrescenta ainda que: “O fato de ser conhecido pelos leitores do jornal e pela comunidade em geral foi algo muito positivo para eu poder dar os primeiros passos no empreendimento”. As dificuldades, que são geralmente as responsáveis pelo amadurecimento e crescimento dos grandes empreendedores também marcaram a caminhada de Jorge, que contou sempre com a força da esposa Ivone Carvalho da Rosa e do filho Guilherme, que segundo Jorge representam seus braços. “A gente sempre tem que trabalhar buscando fazer o melhor, pois se for pra fazer mal feito prefiro não fazer”, acrescenta ele.
Uma das fortes reclamações de Jorge é sobre o descaso de algumas empresas rio-grandinas com as parcerias que poderiam ser feitas com empresas da própria comunidade. “Muitas vezes as empresas de fora de Rio Grande ganham pedidos de trabalho por bobagem. Falta um pouco de “bairrismo” em nossa comunidade. Os seus hobbies são a pintura em tela e a criação de charges, que são divulgadas semanalmente na página 2 do Bom Dia Comunidade. “Minha pretensão agora é desenvolver uma vernissage de minhas obras, que também estarão expostas na Festa do Mar deste ano”, explica.



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