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Geral 30/06/2007

Produtos de origem vegetal e animal estavam retidos

Alivio na área do porto

Suspensão da greve dos fiscais agropecuários vai fazer com que as mercadorias acumuladas sejam embarcadas ou levadas aos compradores gaúchos. Isso evitará prejuízos aos usuários do porto.

Fiscais agropecuários voltaram ao trabalho na manhã de ontem após onze dias de greve. A trégua de 20 dias foi dada após pedido do governo federal para que seja preparada uma nova proposta de reajuste salarial.
Cem mil toneladas de produtos de origem vegetal ou animal estão paradas nos postos de fiscalização gaúchos, destas, 60 mil estão no porto de Rio Grande, onde o trabalho foi retomado apesar do feriado no município. Não chegou a haver atraso de navios, mas a preocupação era se a greve tivesse prosseguimento.
Em Uruguaiana, são mais de 200 caminhões à espera de liberação, com carnes, fumo, madeira, arroz e trigo. As importações e exportações que deixaram de ser feitas durante a paralisação somam US$ 245 milhões. O Rio Grande do Sul conta com 300 fiscais agropecuários federais, que pretendem regularizar as liberações em sete dias.
Mercadorias estão acumuladas na fronteira, portos e aeroportos do Rio Grande do Sul devido à greve dos fiscais agropecuários. O valor das cargas totaliza US$ 167 milhões.
A paralisação por tempo indeterminado começou na segunda-feira da semana passada. A categoria pressiona o governo federal por aumento salarial e reestruturação de plano de carreira para a categoria. Uma liminar judicial determinou que os fiscais mantivessem pelo menos 30% do contingente de agentes atuando. A associação da categoria assegurou que cumpriu a determinação

Tarifas portuárias poderão ser fixadas individualmente

Os portos brasileiros serão autorizados a fixar suas próprias tarifas, deixando de submetê-las a órgãos reguladores de Brasília, medida que dará maior agilidade ao sistema e aumentará a responsabilidade de concorrências de cada porto. A informação é de José Roberto Serra, secretário-adjunto da Secretaria Especial de Portos, e significa uma tendência de descentralização das decisões no segmento portuário.
Segundo Serra, o sistema, como um todo, não dá resposta no momento em que precisa e os portos têm competência para determinar suas tarifas, “assumindo as responsabilidades para o bem ou para seus efeitos negativos". A decisão tarifária caberá ao Conselho de Autoridade Portuária (CAP), um colegiado do qual participam representantes dos principais setores que atuam em cada porto, cuja função é de apenas homologar os números aprovados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), sediada em Brasília.
Para que entre em vigor a nova norma, será necessária a alteração da Lei 10.233, que criou a Antaq e lhe deu essa atribuição. Anteriormente, a proposta de cada porto era dirigida ao Ministério dos Transportes e depois ao Ministério da Fazenda, que compatibilizava os argumentos com as metas inflacionárias do país.

Frete de contêineres sobe 65,7%

Os exportadores brasileiros estão desembolsando de 20% a 65,7% a mais pelo transporte marítimo de carga conteinerizada neste final de primeiro semestre, em relação a janeiro deste ano, percentuais que variam de acordo com o destino e o perfil do produto. O aumento reflete a alta do combustível marítimo, a redução da oferta de navios em algumas rotas e o crescimento da demanda pelo serviço.
As rotas entre Brasil e Norte da Europa registraram as maiores altas no período, principalmente em carga frigorificada. Um contêiner de 40 pés de produtos congelados, entre os portos de Santos (SP) e de São Petersburgo (Rússia), chegou a custar US$ 5.800 em abril, frente a US$ 3.500 em janeiro, aumento de 65,7%. Com o embargo de carne de frigoríficos brasileiros pela Rússia, a tarifa apresentou ligeiro recuo em junho.




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