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Empreendedor 09/01/2006

Programa na TV Mar é sucesso de público e de vendas

Rumo às vendas do futuro

O comerciante Renato Bozetti pode se considerar um vendedor do futuro. A paixão pelos computadores e a tendência de buscar estar sempre na frente nas questões tecnológicas fizeram este desenhista de 56 anos partir de uma serigrafia e montar um programa de vendas na televisão.
Natural de Porto Alegre, Bozetti veio par Rio Grande com apenas um ano de idade, acompanhando seu pai, que era ferroviário. Começou a trabalhar cedo, com 15 anos, como escriturário de uma empresa de pescado. Mais tarde, aos 20 anos, abriu seu primeiro negócio. Acompanhando seu irmão mais velho e mais um sócio, passou a atua no ramo de serigrafia. “Foi nessa época que tomei contato com desenho. Como cursei eletro-técnica passei a trabalhar como desenhista técnico”, destaca.
No início dos anos 1970, Bozetti foi visitar a cidade do Rio de Janeiro e acabou ficando por cerca de seis anos. Lá trabalhou como desenhista para várias empresas. Depois, em 1977, voltou para Rio Grande, para ajudar uma senhora a montar uma fábrica de produtos plásticos. “Nesse meio tempo, meu pai teve um derrame e eu acabei ficando na cidade. Procurei serviço na área técnica e não encontrei, entoa passei a trabalhar com desenho arquitetônico”, conta.
Com isso, Bozetti trabalhou para várias empresas e ficou três anos como desenhista na prefeitura, até que surgiu uma oportunidade de trabalho na Trevo, como desenhista técnico eletrônico, onde ficou até o final de 1984. Foi nessa fase que a informática entrou na sua vida. “Eu tinha como diversão a operação de rádio amador. Gostava de conversar com várias pessoas através do rádio. Então comprei um computador para fazer o cadastro dessas pessoas”, diz.
Ao sair da empresa, Bozetti tinha que escolher entre dois caminhos: montar uma oficina eletrônica ou apostar no ramo da informática, que na época não era algo comum. “Escolhi aquilo que era novidade no momento. Comprei um TK – 2000 e aprendi a fazer programação. A partir daí, passei a fornecer serviços para várias empresas”, declara.
Juntamente com mais um sócio, Bozetti montou a primeira loja de informática de Rio Grande, a WB Informática. “Foi bem na época do Plano Cruzado, quando ele estourou, nós caímos junto. Nós vendemos o primeiro PC da cidade para o senhor Mário Torres. Com o final da loja, voltei a trabalhar com programação”, destaca.
Há dez anos atrás, Bozetti resolveu vender computadores novamente e criou a Job Informática. Desta vez, com “os pés no chão”. Bem devagar para não dar errado. A maior dificuldade, segundo ele, é realizar um serviço com honestidade. “Isso porque nesse ramo as coisas são caras e o cliente quer sempre o mais barato. Acontece que acaba comprando material inferior. Mas nós escolhemos manter a qualidade, para isso é preciso comprar bem e manter uma margem de lucro baixa”, explica.
Para Bozetti, o mais importante é o pós-venda. “Porque o cliente insatisfeito não volta mais. E é em cima disso que nós fizemos nosso diferencial. Vendendo produtos de qualidade com preços justos. Tanto que nossos maiores vendedores são os nossos próprios clientes. 60% dos clientes que chegam na loja é indicado por amigos. Não adianta vender. Você tem que vender bem”, afirma.
Há cerca de dois anos, Bozetti quis ampliar as vendas e acabou criando o programa de televisão, Jorb Info Shop, que vai ao ar pela TV Mar. O foco é vendas de material de informática. Com o programa, as vendas passaram de 60 micros no ano de 2003 para 168 micros em 2004. Já o ano de 2005 foi fechado com 240 computadores vendidos. “Mudou radicalmente a nossa penetração de vendas. Eu tive essa idéia porque estava procurando um marketing melhor par a loja. Quando vi o Shop Time na televisão vi que era o que estava procurando. Fiz propostas para várias televisões e acabei fechando com a TV Mar. Hoje, até as crianças me olham na rua e me conhecem”, declara.
Apesar de ter vencido nas vendas, o empreendedor ainda pensa no futuro e tem diversos projetos para Rio Grande. O principal deles é criar um curso de computação diferente. Onde o aluno não aprenda apenas a operar um computador, mas entenda e consiga interpretar todos os seus processos. “A idéia é utilizar uma linguagem totalmente inovadora, que prenda a atenção e realmente ensine”, conclui.



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