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Empreendedor 14/11/2005

O campo é uma paixão na vida de Figurelli

Empreendimentos de pai para filho

Rafael Silva

O sonho de Luis Fernando Figurelli era seguir a carreira militar, mas acabou cedendo ao talento herdado do pai para as questões portuárias. Hoje, com 59 anos de idade, 41 de profissão, ele diz que fez a escolha certa. Casado e pai de dois filhos, o empreendedor rio-grandino conta como se tornou um dos despachantes aduaneiros mais respeitados do município, e o melhor de tudo: uma pessoa realizada profissionalmente.
Em 1967 ele interrompe a carreira de três anos no Exército para trabalhar com seu pai, Osvaldo Figurelli, que era profissional autônomo. “Eu já tinha uma certa experiência, porque comecei ajudando meu pai desde os 14 anos. Ele me levava para conferir cargas, levar papeis, esse tipo de coisa. Mas eu nem imaginava que estaria trabalhando com isso oito anos depois. Quando dei baixa, optei por seguir a mesma profissão”, conta.
Antes de se dedicar ao seu negócio, Figurelli trabalhou no Centro de Navegação e em outras empresas. “Minha família está nesse ramo à 77 anos e já vamos para a terceira geração. Então também segui esses passos. Em 1972, tivemos que montar uma empresa. Com a morte de meu pai, em 1986, assumi tudo sozinho”, destaca.
Ao longo do tempo, a empresa foi se aperfeiçoando e se adaptando às constantes mudanças do mercado. Ele conta que, no início, o despachante se preocupava apenas com os trâmites de documentos. “Hoje é preciso atuar em várias áreas, em função da concorrência. Temos que atuar também na parte de logística, contratação de fretes, até mesmo compras no exterior”, diz.
Segundo ele, a dificuldade é permanente. A intervenção do Estado é cada vez mais forte. “O controle de reservas é uma coisa que preocupa bastante. A própria importação hoje tem que ter um controle bem mais intenso. A exportação está muito ruim, em função da queda do dólar. Isso está trazendo grande prejuízo aos exportadores”, reclama.
Mesmo assim, Figurelli se considera uma pessoa realizada. Sua empresa emprega 18 pessoas, que ele prefere chamar de colaboradores. “Nesse mundo globalizado, as coisas são dinâmicas. É muito interessante”, diz.
Seu jeito de trabalhar reflete no tratamento com os clientes. “Temos bons clientes, assíduos e fiéis. Alguns nos acompanham a mais de 30 anos. Hoje a fidelidade de um cliente é o mais importante. Eu procuro transmitir essa filosofia para os meus colaboradores. Porque perder um cliente é muito perigoso”, conlcui.



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