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Empreendedor 28/10/2002

Emissora tem valorizado a qualidade dos serviços prestados na cidade

Seis anos na preferência dos rio-grandinos

Desde sua fundação, há seis anos, a Rádio Oceano FM vem sendo apontada nas pesquisas de opinião pública como a de maior audiência em Rio Grande. O diretor Renato Gatti Albuquerque, 37 anos, atribui o sucesso da emissora à preocupação com a qualidade dos serviços, que priorizam ouvintes e anunciantes, e ao trato com a equipe de funcionários.
Albuquerque, mais conhecido entre o pessoal da rádio por Renatinho, mostrava fibra para os negócios já na adolescência. Em 1982, enquanto cursava Engenharia Mecânica na Furg, resolveu abrir, em sociedade, um bar no balneário Cassino, o Ópera Plágio. Era época de greve na Universidade e o empreendimento se mostrou um sucesso - era uma amostra da capacidade empreendedora de Renatinho. Paralelamente às atividades do bar, o empresário auxiliava no escritório de remates do pai, desempenhando as mais diversas tarefas. Mas o que realmente almejava eram os leilões, e decidiu ingressar em uma parceria com o empresário Cláudio Diaz, hoje vereador. A dupla fazia pistas no interior do Rio Grande do Sul e em estados como Minas Gerais e São Paulo, onde começaram a se destacar.
Nessa época Renatinho percebeu que não se identificava com a Engenharia e, assim, iniciou o curso de Administração de Empresas. O pai havia criado a Rádio Cassino AM, e aceitou o filho como office-boy na emissora. “Trabalhar com os pais é difícil, pois tens de mostrar mérito pelo teu trabalho, e não por ser filho do proprietário. Passei por todos os setores da rádio, mas me identifiquei mesmo na área comercial”, lembra o empresário. “Era uma rádio que não tinha muita preocupação com o lucro, então começamos a nos profissionalizar”, afirma. Em 1989 assumiu a gerência comercial da emissora. Os negócios iam bem até que o pai comprou a antiga RCC FM, juntamente com um sócio, Luiz Carlos Carvalho. Eles fundiram as duas emissoras em uma só rádio, dividida nas freqüências AM e FM. “Eu gostava muito de FM, pois, entre outros fatores, se trabalha com um pessoal mais jovem. Nas AMs ainda existem alguns vícios, como preferências políticas e jogos de interesses”, comenta o diretor.
Renatinho tornou-se sócio de Carvalho na Cassino FM, e a emissora AM foi vendida para um grupo do Interior, “com a preocupação de manter a mesma linha da emissora e preservando seus funcionários”. Rebatizada de Oceano, a rádio recebeu grandes investimentos na área técnica e de recursos humanos. “Além disso, foi a primeira emissora totalmente digital da Zona Sul”, ressalta. O público-alvo foi definido desde o início, atingindo pessoas de 16 a 45 anos, “uma segmentação popular jovem e trabalhadora. Sempre trabalhamos em cima de pesquisas e, graças a esse fator, temos conseguido atingir todos os segmentos da comunidade”. Já na primeira pesquisa de opinião, a rádio se apresentou como a emissora mais lembrada pelos rio-grandinos, obtendo mais de 50% da preferência. Desde então, a Oceano vem sendo detentora do primeiro lugar anualmente.
Ele diz trabalhar com uma administração não-centralizada, onde todos participam e dão opiniões. “A equipe é coesa, tomamos as decisões buscando atingir os resultados. A qualificação é trabalhada de forma segmentada, nos departamentos comercial e de cobrança, programação e vendas. Ainda achamos que o melhor investimento é no pessoal”, diz. Diversos cursos foram realizados com a equipe, entre eles o Qualidade Total, do Sebrae, e o PGQP, e as reuniões são uma constante no ambiente interno da emissora. “Pessoas entusiasmadas mantêm clientes entusiasmados”, costuma dizer o empresário, que inclusive elaborou uma cartilha para os colaboradores se guiarem nas atividades da rádio.
Desde o início do ano a esposa Helena, a quem conheceu na rádio, é sócia da empresa. Junto com a diretoria da Oceano, Renatinho possui uma empresa de representação e outra de coberturas para eventos, feiras e shows. Ele também explica o sucesso da Oceano FM pela presença nos momentos importantes do município, como a Festa do Mar e outros eventos. “Por mais que as grandes redes cresçam, acho que a rádio que se identifica com a comunidade e que trabalha com qualidade dificilmente não terá sucesso”, explica.



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