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Empreendedor 14/03/2005

VISÃO PRIVILEGIADA: o ex-presidente da CDL é também um renomado empresário, que busca a renovação constante

Cláudio Ávila criou um novo conceito em padaria

Rio Grande conta com um novo conceito em padaria. Além da qualidade e da diversificação dos produtos, a Pane D’Oro também está se transformando em local ideal para o happy-hour, com mesas colocadas no aprazível Calçadão da rua Luiz Loréa.
Cláudio Antonio Souza de Ávila, 48 anos, é natural de Rio Pardo. Começou a trabalhar aos 13 anos na Casas Pernambucanas daquela cidade. Iniciou como aprendiz de balconista e foi galgando diversos postos, ao mesmo tempo em que era transferido para vários lugares do país. Chegou a dar treinamento para gerentes, na matriz do Rio de Janeiro, e encerrou suas atividades na empresa como gerente regional em Natal (RN).
“Praticamente adquiri conhecimento de comércio nas Pernambucanas, que foi uma escola para mim”, admite ele, que considera curioso o surgimento das Pernambucanas, uma rede com 900 lojas no país, na época. A empresa foi fundada por um sueco que veio tentar a sorte no Brasil. Estava em Olinda (PE), ocasião em que um navio carregado de corante para parede encalhou. Para desencalhar, era preciso desfazer-se do estoque e ele foi vendido “a preço de banana” para o sueco, que passou a estampar tecidos com o produto. As cores não desbotavam e as Pernambucanas, que surgiram em Olinda, ganharam fama e expandiram-se nacionalmente.
Ao sair da empresa, em 92, Cláudio Ávila atuou na gerência operacional do Shopping de Fábrica, em Porto Alegre. Não demorou e, em 94, foi convidado a ser gerente operacional do Supermercados Guanabara, em Rio Grande. Lá fez auditoria em várias lojas, trabalhou na área de marketing e também junto às padarias, sendo o idealizador da campanha “Pão e Pão”, às quintas-feiras. Recorda que numa única promoção a rede de supermercados chegou a vender quatro mil quindins.
Em 1995, Cláudio Ávila criou a Produtiva Criação e Marketing, prestando atendimento a diversas empresas, entre elas o Guanabara. Sobre o mercado publicitário em Rio Grande, observa que, em muitos casos, “não existe preocupação com a logomarca ou uma produção bem feita. Pensam que basta colocar a fachada do negócio no ar, sem uma estrutura de marketing bem montada”.
Também em 95, com a experiência adquirida nas padarias do Guanabara, Cláudio abriu a Pane D’Oro, na rua Senador Corrêa. Foi um sucesso, com novidades que conhecera em Natal, como o pão baby, de 25 gramas, e a mini-pizza. De lá para cá, ele participou de vários cursos e seminários sobre panificação, inclusive o Propan, considerado o melhor curso do país.
“O panificador tem de ser administrador. Não pode ser padeiro atrás do balcão. Hoje a padaria está sofrendo um processo de reformulação, de reengenharia. Abrir padaria pensando em vender só pão é o princípio da falência. O custo é muito alto e é preciso aumentar a receita”, diz o empreendedor, que investiu bastante, inclusive transferindo-se em dezembro de 2000 para a rua Luiz Loréa. Cláudio considera que hoje possui vários negócios dentro de um. Ou seja, das 7h30min às 10h funciona mais como padaria, mas das 11h às 15h o movimento maior é de restaurante e, das 15h às 19h, de lancheria. À noite, o estabelecimento atua mais como pizzaria e happy-hour. A padaria conta com o sistema operacional informatizado, oferece cardápio pela Internet (www.panedoro.com.br) com serviço de tele-entrega e tem uma clientela fiel, atendida por 15 funcionários. A estrutura de marketing também atrai os clientes, com cuidados especiais para os anúncios dos produtos disponíveis, bastante vistosos. Teve quem pensasse que a padaria era uma franquia devido ao visual do estabelecimento.
“Para sobreviver hoje o comerciante tem de estar sempre reinventando”, salienta o entrevistado, adiantando que possui planos de expansão. Para ele, “comércio é bom em qualquer lugar. Depende de trabalho”. Considera “ponto fundamental. É a única coisa no empreendimento em que não se pode errar”. Também alerta: “Se engana quem acha que o preço é o mais importante para o cliente. Primeiro é o atendimento, a qualidade e a higiene, no meu ramo. Depois vem o preço”, conclui o comerciante, que foi também foi presidente da CDL, deixando um expressivo superávit em caixa, responsável por promoções como o “Caminhão de Prêmios” e pela informatização do SPC, integrando-o ao SPC Brasil.



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