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Empreendedor 06/12/2004

SONHO REALIZADO: Loeci ressalta o seu amor pela educação infantil, com a qual trabalha há mais de duas décadas em Rio Grande

Educação infantil: um ramo difícil

Quem tem, sabe: cuidar de criança pequena exige paciência e cuidados redobrados. Imagine, então, ser responsável por mais de 80 crianças com idade inferior a 12 anos. Motivadas pela necessidade de contribuir com a sobrevivência da família ou pelo desejo de realização profissional, as mulheres passam, cada vez mais, a trabalhar fora de casa, ajudando a fortalecer cada vez mais o espaço das escolas de educação infantil. Nesse ramo de grandes disputas, a empresária Loeci Gonçalves é uma das líderes da cidade, com sua prestigiada escola Peter Pan.
Loeci nasceu em Santana do Livramento (RS), onde formou-se como técnica em Administração de Empresas. Conheceu o seu futuro marido Otávio, com quem se transferiu para o município de Parintins (AM), a célebre cidade dos bumbás Caprichoso e Garantido. De lá o casal mudou-se para Rio Grande, na primeira metade dos anos 80, acompanhando a necessidade profissional do bancário Otávio. Foi no Interior gaúcho onde Loeci despertou para a vida empresarial: ela começou atuando como educadora na escolinha Piazito, onde permaneceu por dois anos. Com o fechamento da instituição, ela sofreu o choque do ócio e do desemprego. “Eu queria trabalhar. Sempre gostei de crianças, e era gritante a carência de escolinhas na cidade àquela época”, recorda. Assim, ela procurou dicas com a ex-proprietária da escola e, em agosto de 1985, era inaugurada a Escola de Educação Infantil Peter Pan, num pequeno espaço físico na rua Aquidaban, no Centro. “Iniciamos em parcas condições, com quatro ex-alunos da Piazito, apenas”, explica ela. Aos poucos o quadro de crianças matriculadas foi sendo ampliado, até chegar às cerca de 80 já citadas.
As idades variam de quatro meses a 12 anos, e algumas das crianças vêm do Orfanato Raio de Luz, numa demonstração do trabalho social desenvolvido pela empresa. Para atender a todas com a mesma qualidade, a escola está dividida em quatro setores: berçário, maternal, jardim e pré-escola, bem como o Centro de Apoio, onde são ministradas aulas particulares. “As ‘tias’ são capacitadas e ainda participam de reuniões semanais, na busca pela troca de experiências”, esclarece a empresária, que também conta com o auxílio das duas filhas, a psicopedagoga Ana Paula e a enfermeira Lisiane, nas funções da escolinha.
Aulas de balé, futebol, inglês e informática também são oferecidas aos pequenos. Para o futuro, Loeci pretende transformar a instituição em uma escola de 1ª a 4ª séries. “Nessa área é preciso, antes de tudo, renovação”, justifica ela.



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