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Empreendedor 29/11/2004

Em seu quinto mandato, o vereador Kanelão continua envolvido com a agricultura

Voltando às raízes

Integrante mais antigo da Câmara Municipal, o vereador Wilson Batista Duarte (PMDB), mais conhecido entre a comunidade pelo apelido Kanelão, encontra tempo para dar vazão a uma das aspirações históricas do povo rio-grandino: a agricultura. Ele é hoje um dos 100 plantadores de fumo na região, negociando o produto com grandes companhias, além de cultivar cebola e melancia.
Kanelão decidiu voltar-se à lavoura em 1978, época em que cursava Engenharia na Fundação Universidade Federal do Rio Grande (Furg). “Sentia-me ocioso no período de férias de julho, e cheguei à conclusão de que precisava preencher esse tempo”, explica. Natural da ilha da Torotama, Duarte se espelhou na figura do pai, à época um bem sucedido empresário do ramo de transporte coletivo, e mergulhou de cabeça no empreendedorismo. Sua sorte foi que a época de férias coincidiu justamente com o início do período de plantio da cebola. Kanelão começou o plantio de bulbo para semente do legume, na localidade do Povo Novo, e a resposta foi um sucesso. A procura dos clientes cresceu em progressão geométrica.
No ano seguinte, ele já iniciava o seu primeiro mandato na Câmara de Vereadores. Ao menos no início, a política não comprometeu o trabalho na agricultura: em 1983, suas lavouras produziram 3 toneladas de sementes de cebola, comercializando-as com clientes de outras cidades gaúchas, e dos estados de Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Outro produto passou a ser cultivado no solo arenoso de suas terras: a melancia, atualmente cultivada em larga escala.
A agenda do vereador, entretanto, foi ocupando o espaço dos horários disponíveis do agricultor. “Com a política, parei de acompanhar a agricultura, o mercado consumidor”, afirma Kanelão. Mas, há pouco mais de dois anos, o fumo passou a integrar boa parte dos hectares pertencentes ao empresário. “Havia sobrado um pouco da área da cebola. Pensei: ‘vamos plantar algo que se adapte ao solo’. Hoje temos 100 mil pés de fumo, e a intenção é de dobrar esse número no próximo ano”, projeta ele, que emprega mais de 30 funcionários na lavoura.
Aos 49 anos, Kanelão chega ao seu quinto mandato na Câmara, mas seu objetivo é mesmo de ampliar a produção agrícola. Seu próximo projeto é dar início ao plantio da mamona. “Vamos preparar o solo e, em seis meses, o processo deverá começar”, revela ele, que todos os finais de semana vai ao campo para supervisionar o trabalho. Um de seus filhos, Tiago, auxilia a coordenar as atividades políticas do pai, mas pretende cursar Agronomia – dando, assim, seqüência ao trabalho iniciado por Kanelão.



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