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Empreendedor 23/08/2004

SURPRESA: Pereira descobriu um talento insuspeito para os negócios

O destino de um empresário

Muitas vezes, a pessoa se prepara durante anos para seguir uma profissão, mas a vida lhe guia por caminhos diferentes. A isso, damos o nome de destino. E porque não pode haver um destino voltado aos empreendimentos? Pois, nesta semana, contamos a história de Pedro Armando Souto Pereira, 55 anos, engenheiro mecânico que descobriu em si um talento especial para os negócios. Depois de trabalhar durante anos na sua área, ele largou tudo para se tornar um dos grandes empreendedores de Rio Grande. Hoje, ele prestigia a cidade com sua empresa Femape Móveis e Equipamentos, especializada em escritórios.
Pedro conta que, depois de formado, passou a trabalhar como engenheiro em uma indústria rio-grandina até 1992, quando foi demitido por redução de pessoal. “Ao invés de desanimar, resolvi ir à luta e trabalhar por conta própria. Estudei o mercado da cidade e decidi investir em um posto de gasolina. Na época parecia um bom negócio, e acabei ficando com o posto durante seis anos”, declara.
Em 1998, Pedro resolve se desfazer do posto de gasolina e criar outra empresa. “Já estava difícil continuar com o negócio. O mercado não oferecia grandes vantagens. Por isso, vendi o posto e montei uma distribuidora de alimentos especializada em participar de licitações para o fornecimento de merendas escolares – já com o nome de Femape. Era um mercado pouco explorado e acabou dando certo”, conta.
Como prova de que o destino realmente nos encaminha, a partir da distribuidora de alimentos Pedro passou a disputar licitações para o fornecimento de outros materiais para órgãos públicos, principalmente móveis para escritórios. “A chave para esse negócio foi a contratação de uma pessoa que tinha experiência na venda de móveis. Trabalhamos, portanto, até 2001 com portas fechadas. Depois disso, resolvemos abrir uma loja e atender ao público em geral”, ressalta.
O grande diferencial de sua empresa, conforme Pedro, é o objetivo social de oferecer produtos a preços baixos e qualidades compatíveis. Entretanto, isso também se transforma em uma grande dificuldade, já que o mercado rio-grandino é pequeno e a situação econômica do País não oferece bons financiamentos com juros baixos. “Hoje em dia, montar um negócio está cada vez mais arriscado. A pessoa precisa buscar empréstimos e depois não pode pagar. Por isso, é preciso ter muito cuidado. O segredo é ir devagar, procurar se consolidar para depois crescer. O conhecimento sobre o ramo e a experiência em administração também são muito importantes”, conclui.



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