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Empreendedor 03/05/2004

OPORTUNIDADES: Marchand também trabalha com deficientes em sua academia

A qualificação faz a diferença

Tudo o que Edison Marchand queria da vida era trabalhar em uma academia de ginástica. Quando criança, ele já praticava esportes como natação, karatê e futebol, e aos 15 anos de idade começou a praticar musculação. “Até os 12 anos de idade, eu tive problemas com asma e comecei a praticar esportes e freqüentar o ambiente de academias para amenizar as crises. A partir daí, quando pensava em uma profissão, só queria continuar no meio”, conta. Com muito trabalho, estudo e dedicação, Edison conseguiu criar o Centro de Atividade Física Personalizado.
Edison sabia que, para realizar seu sonho, o único jeito era estudar e se qualificar. E foi isso o que ele fez. Formou-se em Educação Física pela Universidade Federal de Pelotas (Ufpel); fez especialização em Ginástica Médica, pela Universidade Castelo Branco, no Rio de Janeiro; e ainda concluiu o mestrado na área da saúde na Furg. “Por causa dos problemas que tive, decidi utilizar meus conhecimentos, não apenas para deixar as pessoas em forma, mas também para ajudar outras pessoas com problemas físicos”, ressalta.
Mesmo com boas idéias na cabeça, depois de formado, Edison ainda precisava de capital para montar sua academia. Pensando nisso, foi trabalhar como professor de educação física. “Nunca foi meu objetivo lecionar em escolas, mas precisava juntar dinheiro para abrir minha própria academia. Dei aulas durante três anos, até conseguir o investimento necessário para adquirir o mínimo de equipamentos necessários”, argumenta.
Edison passou por muitas dificuldades até conseguir engrenar seu negócio. No início, todo o lucro da academia era utilizado na compra de equipamentos mais modernos e na melhoria do ambiente. “Como diferencial, buscamos a simplicidade e a racionalidade. Não trabalhamos nenhuma técnica que não seja comprovada cientificamente. Isso vem nos atribuindo uma grande credibilidade. Tanto que temos clientes há dez anos conosco”, diz.
Outro diferencial encontrado por Edison foi trabalhar com deficientes físicos e mentais - o que fez com que sua academia fosse a primeira em Rio Grande a firmar convênio com médicos. “Esse sempre foi meu objetivo: poder ajudar as pessoas, da mesma maneira que fui ajudado. Os médicos encaminham seus pacientes que precisam de tratamento físico, com uma ficha contendo os dados e o tipo de fisioterapia necessária. Isso, a maioria das academias de hoje não estão dispostas a fazer”, relata.



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