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Empreendedor 22/03/2004

ACERTO: Cecília decidiu trocar a orizicultura pela mecânica

Um novo negócio, mas a mesma luta

Às vezes a necessidade nos faz descobrir do que somos capazes de fazer para continuar vivendo com dignidade. A edição dessa semana vai contar a história de uma dessas pessoas que não se abatem na primeira dificuldade, nem mesmo na segunda, ou em outra qualquer. Um empreendedor deve ser assim. Como é o caso da mecânica Cecília Maria de Souza Echart, que tirou do insucesso na plantação de arroz um motivo para continuar acreditando. Ela não se abateu, e hoje tem uma das oficinas mecânicas mais promissoras de Rio Grande.
Cecília conta que começou a mexer em motores quando ainda trabalhava na lavoura de arroz, ajudando o marido a consertar tratores e bombas injetoras. Em 1969, a família vendeu tudo e foi morar no Chuí. Cerca de quatro anos depois, veio morar em Rio Grande e seu marido passou a trabalhar como mecânico na Motobrás. Em 1987, a família abriu a Oficina Klausen, especializada em regulagem de motores. Com o marido impossibilitado de trabalhar por motivos de doença, Cecília assumiu a oficina. “Mesmo estando acostumada apenas a mexer em tratores, não foi difícil me adaptar a trabalhar com automóveis. Para continuar o trabalho da oficina, tive que chamar meu filho mais novo, que também é mecânico, mas que não morava na cidade”, conta.
No início, a oficina só trabalhava com a linha Volkswagen. “Isso por causa do antigo emprego de meu marido. Ele havia feito vários cursos e tinha bastante conhecimento nessa linha. Depois que meu filho veio trabalhar conosco, passamos a mexer em qualquer marca de carro”, explica.
Com o crescimento da oficina e a contratação de outros funcionários, o trabalho de Cecília passou a ser mais burocrático. Mesmo assim, ela ainda ‘mete a mão na graxa’. “Hoje, tenho que dividir meu trabalho com os compromissos do escritório da oficina, mas estou sempre procurando conhecer mais de motores. É difícil manter uma oficina porque os carros estão sempre evoluindo, então é preciso adquirir equipamentos, estar sempre atento às mudanças”, ressalta.
Para o futuro, Cecília pretende construir um prédio nos fundos de sua oficina e ampliar a área para oferecer um melhor atendimento aos clientes. Quanto ao mercado rio-grandino, ela não tem nada a reclamar. “Ao longo dos anos, conquistamos a confiança de muitos clientes, que também nos indicam para os amigos. Nossa obra virá para reafirmar esse compromisso com os clientes”, conclui.



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