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Empreendedor 15/12/2003

ESFORÇO: Paulo uniu talento e conhecimento para ter sucesso na atividade

Trajetória de sucesso em serigrafia

Paulo Azevedo começou a trabalhar com apenas 16 anos no escritório de seu pai, que atuava no ramo de manutenção industrial. O negócio ia bem até que o destino lhe direcionou para um outro rumo. Depois de dois anos aprendendo o ofício que acreditava estar certo para seu futuro, seu pai morreu e o negócio precisou ser fechado. Com isso, ele teve que buscar outra fonte de renda e acabou conhecendo a serigrafia.
Natural de Porto Alegre, mudou-se para Rio Grande aos 17 anos, onde diz ter encontrado o seu lugar. “Apaixonei-me pela cidade e resolvi fazer meu futuro aqui mesmo”, conta. Com mais um sócio, Paulo montou uma serigrafia e começou a disputar um espaço no mercado rio-grandino. “No início a empresa era arcaica, todo nosso sistema era manual e por isso não podíamos assumir certos trabalhos. Mesmo assim persistimos”, relata.
Depois de onze anos trabalhando em sociedade, Paulo decidiu que iria seguir sozinho com o negócio. “Tínhamos idéias diferentes e resolvemos trabalhar cada um por sua conta”, revela. Isso permitiu que ele colocasse as idéias em prática e o sucesso não demorou a aparecer.
O empreendedor uniu talento e conhecimento e criou a Paulo Serigrafia, oferecendo todo serviço da área, com a qualidade encontrada nos grandes centros. Desde então passou por vários pontos da cidade, por falta de um local próprio. “Nos orgulhamos de ser a serigrafia mais bem equipada da cidade. Oferecemos também a técnica de cromia, que consiste na seleção de cores com maior definição e variedades para tecidos”, ressalta.
Para chegar onde se encontra, Paulo acrescenta que precisou trabalhar cerca de 12 horas por dia, até mais. “Ao contrário do que muitos pensam, Rio Grande tem muito serviço para a área de serigrafia. Nós só precisamos é de mais crédito por parte dos rio-grandinos, que em muitos casos preferem buscar o serviço de empresas de fora da cidade”, reclama. Atualmente, a Paulo Serigrafia fornece emprego para quatro pessoas. Para o futuro, a intenção do proprietário é de adquirir um prédio próprio para aumentar a produção e, com isso, abrir mais vagas de emprego para a região.



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