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Geral 16/07/2007
Suspeitos do Trânsito

Jorge Acunha*

O governo se intitula, por motivos óbvios, o gerenciador do trânsito no país. Cobrando do povo o que bem entende para que ele possa transitar, enquanto o faz o que quer do que arrecada neste processo, um pouco confuso para a maior parte da população, no entanto, bem organizado pelos cofres públicos para todo tipo de coisa que não seja estradas, já que as concessionárias de pedágio cobram também para isto.
Há poucos anos todo o código de trânsito foi transformado em função da segurança dos motoristas que eram atormentados por maus condutores, com isto as taxas para se obter uma habilitação e, consequentemente, poder estar apto a dirigir um veículo automotor passou a ser obscena, e as multas, além de engordarem bem mais os cofres públicos, passaram a punir com pontos em um determinado prontuário, como se um motorista fosse um criminoso e armazenasse pena mesmo como se uma lâmpada queimada fosse um crime inafiançável, mesmo que se o crime fosse cometido por um buraco da rodovia que é responsabilidade do poder público ou das concessionárias de rodovias que estão isentas de punições quando não fazem seu trabalho.
Admitamos então, que isto trouxesse mais segurança, mas para quem? Para o povo que, cada vez mais está sofrendo com o acúmulo de acidentes, na maior parte das vezes causados por jovens que obtiveram sua habilitação após a mudança do código, ou para o governo que arrecada mais e assim consegue pagar seu erário em dia?
Panes mecânicas se confundem com incapacidade do condutor e ele leva sempre no prontuário, quando passa por um verdadeiro arsenal de guerra, se abordado, os tais pontos, seja ele culpado ou inocente, ele já é suspeito, desde que dirija. É só estar conduzindo um veículo que se torna suspeito de crime de trânsito.
No entanto, apesar de mais de dez anos desta inovação no trânsito, o governo não divulga nem os benefícios nem para onde o dinheiro que esta sendo arrecadado vai. Os acidentes crescem assustadoramente e a omissão é clara, visto que se o processo retrocedesse, o governo é que perderia uma boa arredação.
A conclusão é que somos reféns de um poder público que gasta bilhões para fazer rodovias e logo depois as vende para concessionárias de pedágios que cobram deste mesmo contribuinte que já pagou pela rodovia, para que ele passe por ela, e não é pouco, visto que todos os insumos que passam por lá têm seu preço imbutido nos valores de fretes e todos terminam pagando pelos atos de seus governantes, todos eles, visto que ninguém quer restabelecer os legítimos direitos do contribuinte.

*Comunicador

OLHO:

“Admitamos então, que isto trouxesse mais segurança, mas para quem?”



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