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Rio Grande - 270 anos 21/02/2007
Os símbolos da cidade do Rio Grande

São símbolos da cidade a bandeira (Lei n° 2992 de 6 de janeiro de 1976; o brasão de armas (Lei nº 3568 de 1º de dezembro de 1980) e o hino (Lei nº 2499 de 24 de agosto de 1971).
“Os símbolos são as convenções representativas da nossa cidade, porque expressam as grandezas, as glórias, os anseios, os ideais e os destinos da sua população. (...) A importância da nossa cidade só será sentida quando os seus habitantes, cônscios* de suas mais sagradas responsabilidades, orientados pelos que os precederem e inspirados pelo tremular de nossa bandeira, ao balanço da brisa do mar, souberem construir o nosso verdadeiro destino” - (Sued de Oliveira Rodrigues e Vera Lúcia de Oliveira Rodrigues in Símbolos da Cidade do Rio Grande – Ed. da Prefeitura Municipal – 1982)

O Hino

Composto em 1935 pelo maestro Giuseppe Faini, com letra do poeta Frederico Carlos de Andrade, o Hino da Cidade do Rio Grande foi oficializado em 24 de agosto de 1971 pela Lei nº 2499 do prefeito Cid Scarone Vieira.
Durante os festejos que assinalaram o centenário da Lei Provincial nº 5, que elevou o Rio Grande à categoria de cidade, a sociedade rio-grandina teve a oportunidade de ouvir, num concerto da Orquestra Filarmônica Rio-Grandense, realizado no Teatro Sete de Setembro na noite de 23 de junho de 1935, a primeira execução pública do hino composto por José Faini, nome pelo qual ficou conhecido o italiano Giuseppe, natural de Florença, onde nasceu em 1866, que no início do século 20, como dirigente de companhias líricas, depois de viajar pela Europa, Egito e América do Sul, decidiu fixar-se aqui no Rio Grande, onde se dedicou ao ensino da música. Apaixonou-se pela cidade e aqui permaneceu, tornando-se cidadão brasileiro, passando a ser um dos principais professores do Conservatório de Música, atual Escola de Belas Artes Heitor de Lemos. Como integrante da sociedade rio-grandina, com ela viveu o entusiasmo dos festejos que assinalaram o centenário de elevação à categoria de cidade, compondo a música que, com versos de Frederico Carlos de Andrade, resultou no hino oficial do Rio Grande. Faleceu em 25 de agosto de 1949, no Rio de Janeiro. O autor do poema, Frederico Carlos de Andrade, nasceu em Rio Grande em 1878 e faleceu em 1940. Autodidata, desde muito cedo revelou seu pendor pelo jornalismo, atuando no jornal Diário do Rio Grande, do qual seu pai era um dos proprietários, e mais tarde como redator de vários jornais aqui editados. Jornalista, poeta, cronista e conferencista, foi também notável escritor e teatrólogo.

Hino de Rio Grande

Sobre a areia, sempre hostil
   à semente, ao fruto, à flor
   tu, num ingente labor
   mais louros dando ao Brasil,
   te ergueste, simples, mas boa
   provocando em toda a gente
   dos aplausos o mais quente
   e a mais impulsiva loa.
O
   Terra de Tamandaré,
   Porto Alegre, Netto e Dias,
   Tens valor, tens rija fá,
   tens fecundas energias    ( 2 vezes )
O
   Sempre entregue ao teu afã,
   sempre afeita ao teu dever,
   tiveste a sorte, o prazer,
   de dar vida suave e sã
   ao povo bom, cuja história
   se alindou bem no teu seio,
   esse farto e puro veio
   de tudo o que importa em glória.
O
   Terra de Tamandaré,
   Porto Alegra, Netto e Dias,
   Tens valor, tens rija fá,
   tens fecundas energias    ( 2 vezes )
O
   Seja sempre o teu porvir
   todo paz, e luz, e amor,
   sem que lhe falte o calor
   que nas almas faz surgir
   afeto ardente ao Direito
   aos preceitos da Igualdade
   aos ditames da Verdade
   e de tudo o que é perfeito.
O
   Terra de Tamandaré,
   Porto Alegre, Netto e Dias,
   Tens valor, tens rija fá,
   tens fecundas energias    ( 2 vezes )


A Bandeira

A Bandeira, criada pela Lei nº 2.992 de 1976, no governo do prefeito Rubens Emil Corrêa, passou a vigorar em 19 de fevereiro daquele ano, quando Rio Grande completava 239 anos. Suas cores, verde-mar, branca e azul celeste, simbolizam respectivamente as águas que banham a cidade, a pureza de nossos ideais e o nosso firmamento.


O Brasão

O Brasão de Armas, criado em 22 de dezembro de 1964, sofreu modificações em 1968 e 1976 até ser oficializado em definitivo no governo de Rubens Emil Corrêa, em 1º de dezembro de 1980, de conformidade com os cânones da heráldica de domínio, com base no que dispõe a Constituição Federal. Referências históricas: em 1964, pela Lei nº 1650, o Brasão de Armas é criado, constando do Brasão da família Vilasboas, a que pertencia o Brigadeiro José da Silva Paes, por parte de sua avó paterna, conforme revelou a pesquisa genealógica de Arthur da Motta Alves, no qual se acrescentara apenas duas figuras (peixe e âncora); em 1968, pela Lei nº 1972, foram incluídas duas figuras de sereias como tenentes; engrenagens e âncoras acantonadas em chefe e em termo e a inscrição do dístico “Noiva do Mar”, no listel. As sereias eram descritas como “figuras mitológicas, símbolo da beleza enganadora e lisonjeira”. As engrenagens e âncoras dizem respeito, como símbolos, às atividades industrial e portuária. Em 1976, pela Lei nº 3037, foi feita a inclusão das datas marcantes da nossa história: 1737 (Fortaleza de Jesus, Maria e José) e 1835 (elevação da vila à cidade) e a troca da expressão “Noiva do Mar”, no listel, por “Rio Grande-RS”. Em 1980, a Lei nº 3568 faz a troca da expressão “Rio Grande-RS” por “Cidade do Rio Grande”; a exclusão das sereias; a inclusão de mais dois símbolos ( o caduceu de Mercúrio, que identifica a atividade comercial, e um feixe de espigas, que representa a agricultura, substituindo a engrenagem e a âncora que figuravam em dobro.



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