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Editorial 04/07/2006
TV digital

O presidente Lula acertou em escolher o padrão japonês para a TV digital brasileira. Apesar da pressão dos representantes dos padrões americano e europeu, o decreto foi assinado esta semana, para a felicidade das emissoras de televisão do país.
O acordo prevê uso de tecnologia japonesa, com a incorporação de inovações desenvolvidas por pesquisadores brasileiros. Entre elas, o sistema de compressão de vídeo (MPEG-4), o sistema operacional (middleware) e alguns aplicativos.
A escolha pelo sistema também está atraindo investimentos para o país, além de um acordo de cooperação tecnológica entre o Brasil e o Japão, que não é difícil chegar à conclusão de que nós sairemos ganhando muito nisso. Isso significa trabalho conjunto com os japoneses para viabilizar a modernização da nossa indústria eletrônica.
Através do acordo, o Banco Japonês de Fomento (JBIC) abrirá financiamento para a implantação do sistema de TV digital no Brasil. Também haverá a instalação de uma fábrica de chips, com formação de mão-de-obra especializada e criação de condições no país para viabilizar essa indústria.
O governo federal também planeja criar quatro novos canais públicos de televisão, viabilizados pelo novo sistema, que também deverá abrir concessão de novos canais para empresas privadas.
Com a implantação da TV digital, as empresas terão opções diferentes para o uso do novo sistema. Elas poderão escolher entre utilizar a metade da potência para emitir sinal em alta definição e reservar a outra metade para emitir sinal de TV para celulares. Outra opção é dividir o espaço em quatro canais.
De qualquer forma as principais emissoras sairão perdendo, já que abre espaço para mais canais e isso deve diminuir os índices de audiência.
Discussão semelhante ocorreu na passagem do sistema preto e branco para o colorido. Existiam dois principais, o norte-americano NTSC e o japonês PAL. Na época o Brasil acertou em escolher o sistema nipônico, já que o americano acabou ficando defasado. A maioria dos países da América do Sul optou pelo NTSC e saiu perdendo.
Além de acertar na escolha do sistema colorido, o governo brasileiro implantou uma mistura entre o novo sistema e o preto e branco. Dessa maneira, as televisões antigas continuaram funcionando, sem precisar de investimentos em aparelhos para receber o sinal.
Hoje, a escolha também foi acertada, mas não será possível misturar os sistemas. Em dez anos, a televisão que conhecemos hoje não existirá mais. Elas continuarão funcionando, mas somente se forem adaptadas. Não existe outra saída, o brasileiro terá que investir quantia significativa para continuar assistindo televisão.



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