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Comunidade 17/01/2007

Produto capturado na lagoa é valorizado pelo preço de comercialização

Ibama considera pescador da região o responsável pela pesca predatória

A pesca da lagoa dos Patos mais cobiçada é a do camarão pelo preço de comercialização. Há famílias que dependem da pesca e necessitam da atividade para poderem se manter. Portarias e leis regulam o período de captura e o tamanho do crustáceo. Mas muita gente não respeita, o que deixa a atividade em constante risco por causa da forma predatória como age, não se importando com as conseqüências para o setor.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem realizado fiscalizações na lagoa, mas existem fatores que contribuem com os infratores. Um deles é a área a ser fiscalizada. De acordo com o chefe do Escritório Regional do órgão, Sandro Klippel, são em torno de 3 mil quilômetros quadrados. A Patrulha Ambiental da Brigada Militar tem participado junto com o Ibama nessas incursões pela lagoa. “O controle ocorre por água”, revela Klippel.
Um convênio com a Marinha permite a utilização de helicópteros e navios, mas essas operações são realizadas no oceano. Na lagoa, informa o chefe do Escritório, é preciso barcos pequenos para entrar em locais rasos, o que a Marinha não possui. Na sua avaliação, o argumento de que há pescadores de fora do Estado agindo no RS não se confirma. “Nas fiscalizações que realizamos, encontramos somente pescadores da região”, assinala.
Recentemente foi feita uma apreensão de 100 quilos de camarão em uma indústria de Rio Grande, mas Klippel considera que o foco tem que ser o infrator não o receptador. “Deveria haver mais conscientização sobre a importância de preservação”, observa.
Esta semana, a 3ª Companhia Ambiental da Brigada Militar, com efetivo do 1º e do 2º Pelotões Ambiental, de Pelotas e Rio Grande apreenderam 60 quilos de camarão, uma rede de pesca de arrasto e duas embarcações. Os 60 quilos do crustáceo estavam nos porões dos dois barcos pesqueiros. A apreensão aconteceu no estuário da Lagoa dos Patos, nas proximidades da Ilha dos Marinheiros, localidade de Bóia do Diamante, em Rio Grande.



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