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Empreendedor 21/03/2005
Comerciante local tem condições de negociar melhor com o cliente

Paulo Antonio Cecere Lopes, 43 anos, é um comerciante de Rio Grande que enfrenta grandes lojas no setor de móveis e está se dando bem. Para ele, o segredo é “bom atendimento, saber comprar e trabalhar com produto diferenciado, que seja bom e barato. As grandes lojas trabalham muito com aglomerado. Eu com MDF, que é melhor na qualidade”.
Paulo Antonio Lopes começou a trabalhar com 14 anos, no período de Natal, ajudando seu tio, que era proprietário da Casa Markus. Depois, foi trabalhar com seu avô, Ariosto Cecere, na Gráfica HP, situada na rua Luiz Loréa. Passou pouco mais de 1 ano e o tio, Hermann Zelmanovicz, levou-o de volta à Casa Markus. Lá começou carregando e montando móveis, descarregando caminhão e diz que não se arrepende. “Tudo que sei foi graças a ter iniciado de baixo”, ressalta, salientando que sua esposa Elizete, que era funcionária da loja, ensinou-o no atendimento aos clientes. Quando o gerente, “seu Quintana”, aposentou-se, Paulo Lopes passou a ocupar o cargo.
O comerciante destaca que o tio foi seu professor na profissão: “Desde as compras até fazer as vendas, tudo o que sei devo a ele”.
Em 1998 Paulo Lopes saiu para trabalhar como representante comercial de móveis. Exerceu a função até 2001, “mas aí vi que não era meu ramo e resolvi abrir uma loja”.
A Casa Marcos (denominação que lembra a antiga Markus) situa-se na rua 24 de Maio, 458. Optou pelo ramo de móveis, “porque foi o que aprendi”. Destaca que é a única loja da cidade a abrir às 8 horas da manhã e comemora o bom momento vivido pelo setor: “O segmento de móveis foi o que mais cresceu nos últimos anos”.
Paulo Lopes também festeja que está se mantendo no ramo, “em meio aos tubarões (alusão às grandes redes de lojas). Sou eu, minha esposa e um funcionário, apenas”.O comerciante oferece condições de pagamento diferenciadas, como cartão de crédito e cheque pré-datado e garante que, à vista, tem o menor preço da cidade. Observa que é comum clientes entrarem na loja, pedirem orçamento e saírem para fazer pesquisa de preço. Acabam retornando, segundo ele, pelo preço, atendimento e qualidade dos produtos.
Ele também entende que o comerciante local tem mais “jogo de cintura” para oferecer melhores condições de pagamento que as grandes redes. “As lojas grandes oferecem crediário em 24 vezes mas, na verdade, estão vendendo dinheiro e o cliente acaba pagando o dobro. Com o proprietário o cliente pode regatear preço e negociar da forma que ficar melhor para ele.O dono sempre consegue mais facilidade que o gerente. As lojas locais (cita, ainda, a Móveis Acosta e Sem Rival) trabalham com melhor preço e o dinheiro fica na cidade”, conclui ele.



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